Saturday, February 20, 2010

desabafo...

Já há muito que por aqui não passo ... confesso que não tenho tempo e optei por ter um diário pessoal em papel que face a vida que tenho é de mais rápido acesso para escrever qualquer coisa que me passe na cabeça e no coração. 3 meses ja passaram 3 meses desde que a minha pequenita nasceu e confesso que estou cansada mas de coração cheio, mais consciente mas desencantada. adoro os meus filhos, adora a maternidade e cada sorriso e abraço que recebo deles é como ganhar o euromilhões; tenho a sorte de ter crianças meigas doces e com o sorriso mais lindo do mundo, porém a correria para tentar chegar a todo lado deixa-me sem forças para me concentrar em mim e para investir seja em que for. ontem fui às compras com uma amiga minha isto porque olhei para o meu guarda fato e pensei aquilo que qualquer mulher depois de ser mãe pensa " não tenho nada para vestir" "nada me serve". la fui e percebi que estava desleixada o suficiente para começar a comprar tudo novo. Confesso que tenho evitado o espelho, até porque dá muito trabalho processar que tudo mudou o corpo, o estado de espirito, o tempo, a vontade, as prioridades.
não rejeito aquilo que me tornei até porque são decisões conscientes; sei que aquilo que sou hoje não foi so fruto da maternidade mas sim fruto do meu conformismo perante a indiferença e as exigencias dos outros. isso sim dexa-nos sem vontade de nos encarar.
Andar a correr atras daquilo que não vou receber é desgastante e fragiliza-me. tentar estar no patamar da perfeição perante a vida deixa-me sem alma e para quê? absolutamente nada.
perdi-me nesta confusão de ser quem querem que eu seja; boa esposa, boa mulher, boa mae, boa filha, boa profissional, boa amiga, boa nora, boa companheira pelo menos para os eventos sociais, boa e mais boa e mais boa. perdi-me porque já não sou aquilo que quero ser. apenas eu.
Desencantei-me comigo e não reconheço como meu o espaço que ocupo e a vida que tenho e talvez tenha sido a minha filha que com apenas 3 meses me tenha feito perceber isso. perceber que não sou boa sou apenas alguem e tal como ela precisa de colo para puder fechar pelo menos por um pouco os olhos e descansar sem medos.

Friday, December 4, 2009

O meu millagre

ver-te foi a maior alegria que tive, sentir-te nas minhas mãos o maior descanso, olhar-te o maior amor que alguma vez senti. hoje fazes 15 dias e nem assim me canso de olhar para ti como se de um milagre se tratasse. para mim tu és o milagre da vida e todas as horas todos os minutos e segundos de incerteza, de sufoco, de desespero de tristeza se desvanecem quando a tua cara cola o meu peito e o teu olhar mostra uma paz só tua e onde me refugio.

o teu nascimento não foi dificil o que foi dificil para mim foi acreditar qu tu existias e que agora fazias parte da minha vida e fazes...choro de uma alegria nunca vista quando comtemplo o teu descanso a tua paz o bater do teu coração o teu respirar.

não sei se existe plenitude nem sei qual o alcançe dessa palavra mas quando te olho e te aperto contra mim essa é a palavra que me ocorre. plenitude!

Completa, tranquila feliz, serena, realizada e com o coração cheio de um amor que até doi

E nada mais me interessa agora

benvinda!

Thursday, November 19, 2009

Desencontros

bonita descrição do que é o amor ... mas chamar-lhe-ia...desencontro
triste mas sincero

Wednesday, November 18, 2009

You


Some say love it is a river
that drowns the tender reed
Some say love it is a razer that leaves your soul to blead
Some say love it is a hunger an endless aching need
I say love it is a flower and you it's only seed


It's the heart afraid of breaking that never learns to dance
It's the dream afraid of wakingthat never takes the chance
It's the one who won't be taken who cannot seem to give and the soul afraid of dyingthat never learns to live

When the night has been too lonely
And the road has been too long
And you think that love is only
For the lucky and the strong
Just remember in the winterfar
Beneath the bitter snows
Lies the seed
That with the sun's love in the spring becomes

The ROSE

Não consigo perceber

Eu não consigo perceber porque continua a DGS a incentivar as grávidas a efectuar as vacinas contra a gripe A quando ainda não se conseguiu provar que há uma causa e efeito para o que aconteceu a estes dois bébés de 34 semanas! se não temos certezas não deveria a DGS (numa prespectiva preventiva e cautelosa) proibir a vacinação de grávidas até que fosse provado se sim ou não? limitam-se a dizer que a vacina é segura e que (como sede uma COISA tratasse) a morte daqueles fetos é uma "COISA" circunstacial ou casual. parece-me chocante ouvir isto de pessoas inteligentes informadas e representantes da nossa sociedade.
Digo isto porque estamos a falar da vida humana...não somos cobaias.
E se não podemos confiar na naqueles que nos governam e naqueles que cuidam de nós em quem podemos confiar?
Uma coisa é certa nenhuma vacina demora apenas 2 meses a ser testada, levam sim anos por isso seria importante reavaliar o que se está a passar com seriedade e respeito pela humanidade.

Monday, November 16, 2009

Afinal podemos confiar em quêm?
e no que?
o mundo está a tornar-se num sitio muito perigoso para viver...
e isso deixa-me triste...

Saturday, November 14, 2009

Hoje enquanto ouvia falar o José Rodrigues dos Santos na SIC no programa alta definição, fiquei consciente de algo que nunca me tinha apercebido acerca de mim própria; eu mesma!

Ao ouvi-lo falar apercebi-me que nunca me ensinaram a SER; e porque percebi isso? porque tenho muita dificuldade em dizer EU.

EU SEI
EU QUERO
EU DESEJO
EU PROCURO
EU SINTO
EU SOU

Gostava desse senhor desde o primeiro momento que o ouvi falar na televisão mas nunca tinha percebido porquê...pensei que fosse empatia! hoje realizei que que é mais que isso... é a riqueza do seu conhecimento.

Friday, November 13, 2009

Agradecida é assim que me devo sentir quando paro e olho ao meu redor. Feliz? não sei ...mas agradecida sim e muito. mas por vezes pensamos demais nas coisas que estão para acontecer
ou que aconteceram que perdemos o momento do agora e da plenitude do que vivemos. reconhecer que temos de parar, de respirar fundo e saber apreciar o que temos num dado momento parece absurdo e até pouco racional mas é necessário para ainda que por instantes nos possamos nos sentir a nós proprios.

Tuesday, November 10, 2009